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A vacina é considerada a melhor alternativa de proteção contra a gripe H1N1, e deve ser somada a adoção de hábitos saudáveis no combate ao vírus. Dentre eles:

  • Lavar as mãos com sabão e manter a utilização de álcool;
  • Aderir uma alimentação saudável;
  • Evitar contato com superfícies possivelmente contaminadas;
  • Manter a boca coberta frente aos estímulos de tosse ou espirro;
  • Praticar atividades físicas e manter uma rotina harmoniosa.
  • Evitar espaços fechados com aglomeração de pessoas.  

Entenda a vacina

Em novembro de 2009 a Food and Drug Administration (FDA) aprovou as primeiras doses de vacina contra a gripe H1N1 e, no mesmo ano, articularam-se ações mundiais para o desenvolvimento de pesquisas, atenção aos primeiros sintomas da doença e sensibilização quanto à importância da vacinação. Sobre o tema cabe ressaltar:

  • Como recomenda a Organização Mundial da Saúde(OMS), a vacina possui composição trivalente e é considerada a melhor alternativa de proteção contra as gripes A (H1N1), A (H3N2) e um tipo da B;
  • A vacina já está disponível na rede privada com custo médio de R$ 120 (trivalente) e R$ 200 (quadrivalente). Nas instituições públicas de saúde a vacinação é gratuita.
  • A fórmula quadrivalente, disponível nas clínicas particulares, protege contra as gripes A (H1N1), A (H3N2) e dois tipos da B;
  • Ainda que altamente indicada, a vacinação apresenta eficácia variável de 60% a 90%, considerando pelo menos dois fatores: faixa etária do paciente e presença de infecções e doenças crônicas;
  • Os efeitos da vacina levam de 3 a 4 semanas para se manifestarem, e a proteção se mantêm de 6 a 8 meses, sendo necessária a vacinação anual;
  • Ainda que uma vez infectado e curado, o paciente fique por um período imunizado, é indicado que tome a vacina, pois há possibilidade de nova contaminação pelo vírus;
  • Os principais efeitos colaterais da vacina são: dores locais e mal estar momentâneo.
  • A vacina contém proteínas do ovo, portanto, pacientes que apresentam reações alérgicas graves ao alimento devem ser analisados com cautela.
  • Não devem tomar a vacina: bebês menores de 6 meses, pacientes com histórico de reações anafiláticas em aplicações anteriores e sujeitos que apresentaram síndrome de Guillain-Barré.
  • Uma campanha nacional para vacinações em São Paulo iniciará a partir de 30 de abril, com encerramento previsto para 20 de maio. A partir de 11 de abril foi antecipada a vacinação para crianças de 6 meses a 5 anos, idosos e gestantes.